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Depois de quase 5 anos, Dr Sergio Dezanetti deixa direção clinica do Hospital Regional de Alta Floresta
Publicado em: 06/05/2019 ás 16:01:00 Autor: Altair Nery – Diário News

 

4 anos e 8 meses após, o médico Sergio Dezanetti deixou de ser diretor clínico do Hospital Regional Albert Sabin. Com exclusividade ao Jornal O Diário, Dezanetti explicou que a sua saída do cargo é uma imposição do novo governo que não quer que médicos diretores acumulem à sua função a prestação e serviços médicos para a unidade, a não ser como contratado direto. A situação do médico altaflorestense se repete na maioria dos hospitais  públicos em Mato Grosso, aonde também ocorrerão mudanças. “pe uma imposição para todos os hospitais, mesmo tendo jurisprudência em outros estados, mas eles não querem, a gente não vai digladiar”, afirmou Dezanetti.

O médico foi diretor do HRAS e trabalhou com os últimos três diretores da unidade e afirmou que sempre procurou agir dando prioridade ao interesse da unidade junto à população. Curiosamente, neste período, apesar de terem ocorrido ao menos três paralisações de trabalho pelas equipes médicas, o hospital de Alta Floresta foi o que melhor conseguiu dialogar nos momentos de crise e muitos destes diálogos eram conduzidos pelo diretor clínico.

Outra ação de iniciativa do médico, foi a criação do AHMIGOS do Hospital regional  e neste ponto, ele deixou bem claro que pretende “entender o cenário do estado” para então decidir pela continuidade ou não da associação. “Nós fomos muito mal interpretados pelo secretário de saúde ele veio querendo impor o eu os AHMIGOS tinham que fazer e não aceitando ajuda nosso a sim, querendo impor, então, eu como membro dos amigos, ou encabeçador eu quero entender o secretário de saúde primeiro para depois tomar uma posição”, afirmou.

Perguntado se havia mágoa na sua fala, o médico disse que não, e sim “verdades”, afirmando que pode ter faltado um trabalho mais de valorização do hospital. “Sinop fazendo comemoração de 400 cirurgias em 60 dias, um hospital mais bem atualizada que o nosso e nós fazemos 480 cirurgias em 60 dias e nunca ninguém falou isso, o que tem de errado com nós, não tem mágoa, eu acho que tem é verdade”, afirmou.

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